Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Respostas directas sobre o processo, prazos, fiscalidade, pagamentos e retoma. As respostas fiscais são informação geral — confirme sempre com o seu contabilista.

Quanto tempo demora todo o processo de importação?

Depende do país de origem, da disponibilidade da viatura e da fase de legalização, mas o processo completo costuma demorar entre 4 a 10 semanas desde a assinatura do contrato até à entrega. As fases de Sourcing e Legalização são normalmente as mais variáveis em duração. No seu portal, cada fase mostra sempre um prazo estimado, para que saiba o que esperar em cada momento — sem ter de perguntar à equipa.

Posso cancelar o processo depois de o iniciar?

Sim, mas as condições dependem da fase em que a operação se encontra. O fee de Engagement é fixo e não reembolsável, por cobrir o trabalho já realizado na qualificação e simulação — mas é reutilizável: pode ser aproveitado noutro processo de selecção de outra viatura, sem ter de voltar a pagar. Depois da reserva da viatura junto do vendedor (fase de Contratualização), cancelar pode implicar perder valores já adiantados a terceiros. Recomendamos sempre falar com o seu gestor de conta antes de decidir — cada caso é avaliado individualmente, com total transparência sobre o que é ou não recuperável.

O que acontece se a viatura tiver defeitos que não foram reportados?

A inspecção pré-compra na origem existe exactamente para identificar isto antes de fechar negócio. Se surgir uma divergência relevante entre o anúncio e o estado real da viatura, reportamos de imediato e pode optar por não avançar ou renegociar o preço com o vendedor. Se o defeito só for identificado após a chegada a Portugal (por exemplo, na inspecção técnica nacional), analisamos o caso concreto para perceber se havia informação disponível na validação inicial que devesse ter sido sinalizada.

Posso importar uma viatura para os Açores ou Madeira?

Sim. As Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira têm regras fiscais próprias, nomeadamente taxas de ISV reduzidas face ao Continente. O processo de importação em si segue a mesma lógica — sourcing, validação, contratualização, transporte e legalização — mas a legalização final é feita junto das autoridades regionais competentes. Informação geral. Confirme com o seu contabilista os valores exactos aplicáveis à sua região.

A PuraRota tem escritório físico onde posso ir?

Neste momento operamos de forma totalmente remota, sem escritório físico aberto ao público. Todo o acompanhamento é feito através do portal do cliente, chat IA 24/7, WhatsApp Business e email — o que nos permite responder mais depressa do que um atendimento presencial tradicional. A entrega física da viatura acontece na zona de Lisboa/Centro Logístico (ou noutro local acordado consigo).

Quanto tempo demora a resposta a uma simulação manual?

Quando preenche o formulário manual (em vez de colar um link de anúncio), a nossa equipa pesquisa uma viatura equivalente e responde por email dentro de 24 horas úteis. Este modo não devolve um resultado instantâneo porque exige confirmação humana dos dados fiscais e de mercado antes de apresentar uma estimativa fiável do Custo Total Posto em Portugal.

Como sei em que fase está a minha operação?

O portal do cliente mostra as fases internas da sua operação, agrupadas em 7 capítulos (Pré-venda, Sourcing, Validação, Contratualização, Operação, Legalização, Entrega e pós-venda). A fase activa fica sempre destacada, com o prazo estimado e, quando aplicável, o motivo de um eventual bloqueio. Não precisa de perguntar ao gestor — a informação está sempre disponível em tempo real.

Posso mudar de viatura a meio do processo?

Antes da fase de Reserva (dentro da Contratualização), sim — pode voltar à fase de Sourcing e pedir uma nova shortlist sem custos adicionais além dos fees já pagos. Depois de a viatura estar reservada ou comprada junto do vendedor, mudar de viatura implica reiniciar o processo como uma nova operação, com novos pagamentos de Compromisso e Sucesso, uma vez que os custos já incorridos com a viatura anterior não são recuperáveis.

Preciso de assinar algum documento presencialmente?

Não. Todos os documentos — contrato de prestação de serviços, facturas e o dossier de legalização — são assinados digitalmente através do portal do cliente. Nenhuma etapa do processo exige a sua presença física em qualquer momento, incluindo a entrega, que pode ser combinada por procuração se preferir não estar presente.

O que acontece se eu não responder a um pedido de informação da equipa?

A operação fica temporariamente pausada nessa fase até recebermos a informação ou decisão pedida — não avançamos por si em pontos que exigem a sua confirmação. Enviamos lembretes automáticos por email (e WhatsApp, se activado) e, após um período prolongado sem resposta, o seu gestor de conta contacta-o directamente antes de considerar a operação inactiva.

O que é o ISV e quando tenho de o pagar?

O ISV (Imposto Sobre Veículos) é um imposto único, pago no momento da introdução da viatura no mercado nacional (primeira matrícula em Portugal), calculado com base na cilindrada e nas emissões de CO2, entre outros factores previstos no Código do ISV. No caso de uma importação através da PuraRota, o despachante emite a guia de ISV e o pagamento é feito directamente por si à Autoridade Tributária — nunca através da PuraRota. Informação geral. Confirme com o seu contabilista os valores aplicáveis ao seu caso concreto.

Qual a diferença entre WLTP e NEDC no cálculo do ISV?

WLTP e NEDC são dois protocolos diferentes de medição das emissões de CO2 de uma viatura. O NEDC é o protocolo mais antigo, geralmente associado a viaturas mais antigas ou a registos de homologação anteriores; o WLTP é o protocolo actual, mais rigoroso e habitualmente resultando em valores de CO2 mais elevados para o mesmo modelo. Como a componente ambiental do ISV depende directamente do valor de CO2 declarado, é importante confirmar qual dos dois protocolos consta na ficha técnica ou COC da viatura que pretende importar. Informação geral. Confirme com o seu contabilista ou com o despachante o protocolo aplicável ao seu caso.

Viaturas 100% eléctricas pagam ISV?

As viaturas 100% eléctricas beneficiam de isenção total de ISV, ao abrigo do Código do ISV. Esta é uma das razões pelas quais muitos clientes optam por importar eléctricos da Alemanha ou do Benelux, onde a oferta de usados costuma ser mais ampla e com preços competitivos. Ainda assim, todos os outros custos do processo (transporte, legalização, inspecção, fees de serviço) aplicam-se normalmente. Informação geral. Confirme com o seu contabilista a situação fiscal específica do modelo pretendido.

Como é tributado um híbrido plug-in (PHEV)?

Os híbridos plug-in que cumpram os requisitos legais de autonomia mínima em modo eléctrico e de emissões máximas de CO2 podem beneficiar de uma taxa intermédia de ISV, reduzida face à taxa normal aplicável a um veículo equivalente a combustão. Os requisitos exactos (autonomia eléctrica mínima e tecto de emissões) estão definidos no Código do ISV e podem ser actualizados anualmente. Informação geral. Confirme com o seu contabilista se o modelo pretendido cumpre os requisitos em vigor.

Existe redução de ISV para viaturas usadas?

Sim. O Código do ISV prevê uma tabela de reduções em função da antiguidade da viatura (tempo decorrido desde a primeira matrícula no país de origem), reflectindo a desvalorização do veículo. Quanto mais antiga a viatura, maior tende a ser a redução aplicável, dentro dos limites e escalões definidos na lei. Esta redução é aplicada automaticamente no cálculo feito pelo despachante. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o escalão de redução aplicável à idade exacta da viatura.

Tenho de pagar IVA na importação da viatura?

Depende do estatuto fiscal da viatura e do vendedor. Se comprar uma viatura em segunda mão a um particular noutro país da União Europeia, normalmente não há IVA adicional a liquidar em Portugal, desde que o IVA já tenha sido pago na primeira compra dentro da UE. Já a compra de uma viatura nova, ou a um revendedor com IVA dedutível, pode implicar liquidação de IVA em Portugal. O IVA sobre os serviços da PuraRota é sempre discriminado na factura. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o enquadramento do seu caso concreto.

O que é o IUC e quando começo a pagá-lo?

O IUC (Imposto Único de Circulação) é um imposto anual sobre a posse do veículo, pago pelo proprietário à Autoridade Tributária, com o primeiro pagamento a ocorrer no ano seguinte à primeira matrícula em Portugal. É importante perceber que o IUC nunca entra no cálculo do Custo Total Posto em Portugal apresentado pela PuraRota — é sempre pago directamente por si à AT, de forma totalmente independente do nosso serviço. Tem uma página dedicada (/iuc) só para simular este valor informativamente. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o valor aplicável ao seu veículo.

Importar do Reino Unido tem regras fiscais diferentes?

Sim. Desde o Brexit, o Reino Unido (excepto a Irlanda do Norte, que mantém regras específicas) é tratado como país terceiro para efeitos aduaneiros e de IVA, o que pode implicar direitos aduaneiros e IVA de importação adicionais, além do ISV normal. Isto torna o processo tipicamente mais complexo e potencialmente mais caro do que importar de um país da União Europeia. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o enquadramento aduaneiro específico da viatura pretendida.

Quanto tempo tenho para liquidar o ISV depois de a viatura chegar?

A lei define um prazo legal para submissão da Declaração Aduaneira de Veículos (DAV) e posterior liquidação do ISV após a entrada da viatura em território nacional, sob pena de coimas por atraso. Na PuraRota, o despachante trata da submissão da DAV assim que a viatura chega ao centro logístico, precisamente para evitar que este prazo seja ultrapassado. Informação geral. Confirme com o seu contabilista ou despachante o prazo exacto em vigor.

Há isenções de ISV para ex-residentes, pessoas com deficiência ou famílias numerosas?

Sim, o Código do ISV prevê regimes de isenção ou de benefício fiscal para situações específicas, como transferência de residência (ex-residentes que trazem a viatura própria), pessoas com deficiência (mediante requisitos e documentação comprovativa) e, nalguns casos, famílias numerosas. Estes regimes têm requisitos documentais e prazos próprios, normalmente mais exigentes do que uma importação comum. Informação geral. Confirme com o seu contabilista se reúne os requisitos para algum destes regimes antes de iniciar o processo.

As empresas podem deduzir o IVA na compra de uma viatura importada?

Depende do tipo de viatura e da sua afectação à actividade da empresa. Viaturas de mercadorias e viaturas ligeiras de passageiros afectas a determinadas actividades (por exemplo, transporte de mercadorias, transporte de passageiros ou aluguer) têm, em regra, dedução total ou parcial de IVA. Viaturas de turismo de uso misto costumam ter restrições à dedução, salvo excepções previstas no Código do IVA. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o enquadramento exacto da viatura e da actividade da empresa.

Que vantagens fiscais têm as viaturas eléctricas para empresas?

Além da isenção de ISV, as viaturas eléctricas afectas a empresas têm normalmente condições mais favoráveis em sede de tributação autónoma (tipicamente com taxas reduzidas ou isenção, consoante o valor de aquisição) e em alguns casos maior margem de dedução de IVA face a viaturas a combustão. Estas vantagens têm sido um dos principais argumentos para empresas electrificarem a frota através de importação directa. Informação geral. Confirme com o seu contabilista as taxas e limites em vigor no ano da aquisição.

Como funciona a amortização fiscal de uma viatura da empresa?

As viaturas são amortizadas fiscalmente ao longo da sua vida útil, dentro de um valor máximo de aquisição fiscalmente aceite como custo, que varia consoante o tipo de motorização (viaturas eléctricas têm normalmente um tecto mais elevado do que viaturas a combustão). Valores acima desse tecto continuam a poder ser amortizados contabilisticamente, mas a parte excedente não é fiscalmente dedutível. Informação geral. Confirme com o seu contabilista os tectos aplicáveis no ano de aquisição da viatura.

O que é a tributação autónoma sobre viaturas empresariais?

A tributação autónoma é um imposto adicional que incide sobre encargos com viaturas ligeiras de passageiros afectas à empresa (incluindo amortizações, rendas de aluguer, combustível e seguros), com taxas que variam consoante o valor de aquisição da viatura. Viaturas eléctricas beneficiam tipicamente de taxas reduzidas ou de isenção nesta tributação, o que reforça o incentivo à electrificação de frotas empresariais. Informação geral. Confirme com o seu contabilista as taxas aplicáveis ao valor da viatura pretendida.

A importação de viaturas pode beneficiar de incentivos como o SIFIDE ou o RFAI?

Em regra, a simples aquisição de uma viatura não se enquadra directamente nestes regimes, que se destinam a investimento em investigação e desenvolvimento (SIFIDE) ou a investimento produtivo em determinados sectores e regiões (RFAI). Pode haver situações-limite em que um veículo faça parte de um investimento elegível mais amplo, mas isso depende inteiramente do enquadramento concreto da actividade da empresa. Informação geral. Confirme com o seu contabilista se a sua situação específica pode ser elegível para algum destes regimes.

É mais vantajoso importar via leasing do que com compra directa?

Depende da estrutura fiscal e de tesouraria da empresa. O leasing permite distribuir o custo ao longo do contrato e pode ter um tratamento de IVA e de tributação autónoma diferente da compra directa, mas nem sempre é mais vantajoso — depende da taxa de juro implícita, do prazo do contrato e da política de amortizações da empresa. A PuraRota pode intermediar a importação independentemente da forma de financiamento escolhida. Informação geral. Confirme com o seu contabilista qual a estrutura mais vantajosa para o seu caso.

Há alguma vantagem em importar várias viaturas em simultâneo para uma frota?

Do ponto de vista puramente fiscal, cada viatura é tributada individualmente — não existe um regime especial de ISV ou IUC só por se tratar de uma frota. A vantagem prática de agrupar várias importações está sobretudo na negociação de condições com parceiros de transporte e inspecção, e na simplificação da gestão documental, que a PuraRota também apoia. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o enquadramento fiscal de cada viatura da frota.

A tributação é diferente entre viaturas de turismo e viaturas de mercadorias?

Sim, de forma significativa. As viaturas de mercadorias (Tabela B do ISV) têm, em regra, uma carga fiscal de ISV mais baixa do que as viaturas de passageiros (Tabela A), e têm também regras próprias de dedução de IVA e de tributação autónoma. A classificação correcta da viatura junto das autoridades é essencial para aplicar o regime fiscal certo. Informação geral. Confirme com o seu contabilista a classificação aplicável ao modelo pretendido.

A empresa pode importar uma viatura em nome de um sócio para uso pessoal?

Sim, mas nesse caso a viatura segue o enquadramento fiscal de um particular, não de empresa, mesmo que a empresa participe no pagamento. Se o veículo for antes um benefício associado ao trabalho atribuído a um sócio ou colaborador, há também regras de tributação em sede de IRS/Segurança Social sobre esse benefício a considerar. Informação geral. Confirme com o seu contabilista o enquadramento antes de decidir a titularidade.

Como é emitida a factura da PuraRota para a empresa?

A factura identifica sempre a empresa como cliente, com o respectivo NIPC, discriminando os honorários do serviço de intermediação separadamente do valor da viatura e do ISV — ambos pagos directamente por si a terceiros, nunca através da PuraRota. Esta separação clara facilita o registo contabilístico correcto de cada componente do custo total da operação.

Como faço os pagamentos à PuraRota?

Os fees de serviço da PuraRota (Compromisso, Sucesso e serviços opcionais) são pagos por transferência bancária, MB WAY ou cartão de crédito/débito, sempre com factura emitida via InvoiceXpress. Estes são os únicos valores que paga à PuraRota — o preço da viatura, o ISV e o IUC são sempre pagos directamente por si a terceiros (vendedor e Autoridade Tributária), nunca através de nós.

Posso pagar por MB WAY?

Sim, o MB WAY é uma das formas de pagamento aceites para os fees de serviço da PuraRota, a par da transferência bancária. Após cada pagamento recebe sempre a factura correspondente, com o IVA discriminado, para os seus registos.

Posso pagar com cartão de crédito ou débito?

Sim, pode pagar os fees de serviço da PuraRota com cartão de crédito ou débito, a par da transferência bancária e do MB WAY. A partir do portal é levado para a página segura da ifthenpay, onde introduz os dados do cartão: a PuraRota nunca vê nem guarda esses dados. Após cada pagamento recebe sempre a factura correspondente, com o IVA discriminado, para o seu registo.

Como e quando pago o vendedor estrangeiro?

O pagamento da viatura ao vendedor ou concessionário estrangeiro é feito sempre directamente por si, tipicamente após a fase de Reserva e antes do transporte, seguindo as instruções bancárias fornecidas pelo próprio vendedor. A PuraRota acompanha e valida esta fase, mas nunca recebe nem movimenta este valor — o dinheiro vai sempre directamente de si para o vendedor.

Posso financiar a importação com crédito automóvel?

Sim, é possível recorrer a crédito automóvel para financiar a compra da viatura junto do vendedor estrangeiro, através de instituições financeiras parceiras. O financiamento cobre tipicamente o valor da viatura — os fees de serviço da PuraRota são geridos separadamente. Fale com o seu gestor de conta para perceber as opções de financiamento disponíveis para o seu caso.

E se a viatura estiver cotada numa moeda diferente do euro?

Se o anúncio estiver numa moeda diferente do euro (por exemplo, libras esterlinas para viaturas do Reino Unido), o valor apresentado na simulação é convertido à taxa de câmbio do momento, mas o valor final pago ao vendedor está sujeito à taxa de câmbio em vigor na data efectiva do pagamento. Recomendamos sempre confirmar a taxa actualizada antes de fechar negócio, especialmente em períodos de maior volatilidade cambial.

Como funciona a avaliação da minha viatura actual?

No portal, submete fotos e os dados da sua viatura actual (marca, modelo, ano, quilometragem, estado geral). A nossa equipa ou parceiros de avaliação analisam a informação e devolvem uma proposta de valor, que fica visível no estado 'em avaliação' até ser aceite ou recusada por si. Todo o histórico de avaliação fica disponível no portal, sem necessidade de deslocação física numa fase inicial.

Que documentos preciso para pedir a retoma?

Normalmente pedimos o documento único automóvel (DUA), fotos actuais da viatura (exterior, interior e eventuais danos) e, se aplicável, o histórico de manutenção. Estes documentos ajudam a equipa de avaliação a apresentar uma proposta de valor mais rigorosa logo na primeira interacção, reduzindo idas e voltas.

O valor da retoma é descontado no preço final?

Não. A PuraRota acompanha e intermedeia a importação, mas não lhe vende a viatura nova — por isso não existe, do nosso lado, um preço final onde descontar a retoma. A sua viatura usada é sempre avaliada e comprada por um parceiro, que lhe paga o valor acordado directamente. Fica depois à sua disposição usar esse valor como entender, incluindo para a compra da viatura importada.

Como recebo o valor da retoma?

O valor é sempre pago a si directamente pelo parceiro que avalia e compra a sua viatura usada — nunca é abatido a uma operação da PuraRota. A forma e o prazo de pagamento são combinados com esse parceiro logo no início do processo de avaliação.

Como funciona o acompanhamento em tempo real?

O portal do cliente actualiza-se automaticamente à medida que a sua operação avança pelas fases internas, sem necessidade de refrescar a página ou de pedir novidades à equipa. Recebe também notificações (email, e opcionalmente WhatsApp) sempre que uma fase relevante é concluída ou quando há uma acção da sua parte necessária.

Que canais tenho para contactar a PuraRota?

Pode falar connosco através do chat IA disponível 24/7 em todas as páginas (com escalamento para um humano sempre que necessário), do WhatsApp Business, do portal do cliente (mensagens associadas à sua operação) e por email. Escolha o canal que lhe for mais conveniente — a conversa fica sempre associada ao seu perfil, independentemente do canal usado.

A viatura fica segura durante o transporte?

Sim, o transporte contratado pela PuraRota inclui cobertura de seguro de transporte adequada ao valor da viatura, para o percurso entre o país de origem e Portugal. Os detalhes exactos da apólice são partilhados consigo antes do início do transporte, na fase de Operação.

A viatura importada tem garantia?

Depende da idade e do historial da viatura. Viaturas mais recentes podem ainda estar cobertas pela garantia de fabricante (frequentemente válida a nível europeu), o que confirmamos durante a fase de Validação. Para viaturas fora de garantia de fabricante, pode ainda contratar uma garantia mecânica adicional através de parceiros da PuraRota, opção que discutimos consigo caso a caso.

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